Sexta-feira, Novembro 30

Nojento

Nunca li tanta barbaridade numa notícia só:
- uma menor presa entre homens durante 26 dias.
- é violentada por vários detentos, com a conivência das autoridades.
- um policial filma o estupro.
- o filme é vendido a 100 contos.


E esse é o país que se preocupa com Copa do Mundo, Televisão Digital, BBB...

Quinta-feira, Novembro 29

Corinthians

Que time ruim, meu Deus!
Não tem salvação... O caixão será mesmo fechado no próximo domingo.
E não se pode reclamar de nada.

Sambadinhas

Não imaginava que sentir um bebê se mexendo na barriga fosse tão emocionante.

Desde a sexta passada tenho curtido cada cutucãozinho como se fosse o primeiro. Quando percebo que elas acordaram acabo me desligando um pouco do que estou fazendo e páro para senti-las. Fico rindo sozinha e conversando com elas.

Ontem elas salvaram uma reunião de trabalho bem chata quando começaram a sambar para mim. Provalvemente não gostaram muito do papo. Já no final da tarde, o papai estava ao meu lado conversando sobre a reforma do banheiro e elas se empolgaram novamente. Acho que já reconhecem a sua voz. Que lindo...

Terça-feira, Novembro 13

Enfim a grande surpresa!

No ultrasom de hoje descobrimos que teremos mais duas linhas mulheres em nossa família! Maria Clara e Livia devem chegar em março de 2008 para encher de alegrias a nossa casa. Como é bom isso! Eu recomendo muito!!!!



O que é uma menina?

Muita atenção que vou dar uma receita de menina.

Para se fazer uma menina, toma-se uma xícara de felicidade, dois baldes
azuis, pétalas de rosas, um pouco de glacê, um punhadinho de areia, três
conchinhas róseas, uma colherada de imaginação.

Acrescente-se também um pouquinho de sal e muito açúcar e mel, uma casquinha de sorvete, o dengo de um gatinho novo e três gotinhas de perfume. Não esquecer de um espelhinho prateado, pois uma menina é antes de tudo mulher, e logicamente vaidosa.

Recolha com cuidado uma gotinha de orvalho, o brilho de uma jóia, todas as matizes de um quadro de Renoir, uma pitada de sonho e muito carinho.
Consiga um pouco de brisa que sopra do mar, uma colherinha da luz das estrelas, um sorriso inesperado, o ruído de uma onda na praia e deixe tudo isso ao luar. Misture e acrescente muita ternura e amor, um pouco de teimosia e muita curiosidade, uma lágrima e duas asinhas de beija-flor.

Assim que são feitas as meninas. São as coisinhas mais lindas que existem na terra, são muito frágeis e ao mesmo tempo fortes e resistentes. Com apenas uma lágrima comovem o mais duro dos corações, pois, ninguém resiste a um pedido acompanhado de um beijo molhado.

Uma menina parece que nasce sabendo ter a responsabilidade de suavizar e colorir a vida.


ps: o texto acima eu recebi de uma amiga, por email. Não sei o autor. Se alguém souber, por favor, me avise.

Segunda-feira, Novembro 12

Era uma vez uma lasanha

Não consigo parar de pensar na lasanha que fiz e não comi.
Acordei no domingo com vontade de cozinhar e com muita vontade de comer lasanha. A "minha" lasanha a bolonhesa.
Fui ao mercado, enfrentei a fila quilométrica das gestantes e idosos (esse é outro capítulo que merece comentário), coloquei o avental e comecei a pilotar o fogão na maior alegria.
Preparei os molhos, montei a bitela e, claro, caprichei no queijo. Com a lasanha ao forno continuei finalizando outros pratos para comermos durante a semana. Eu estava realmente empolgada.

Hora de comer, enfim. Mas ao retirar a belezinha do forno eu me desequilibrei e pra não queimar a mão soltei um dos lados. Plaaaaft! La se foi a minha lasanha sonhada ao chão. Não sobrou 1 tirinha se quer para matar minha vontade. E além de não comer ainda tive que limpar a sujeira...

Chorei de raiva a tarde toda.
Coisa de grávida talvez, mas estou até agora inconformada.

Quinta-feira, Novembro 1

Confortante...

Trecho do livro: "Criando Filhos Gêmeos", Patricia Maxwell Malmstrom e Janet Poland. Editora M. Books.

Contudo, a menos que os bebês sejam muito pequenos, o abdome provavelmente se distendeu mais do que se tivesse apenas um bebê. Para algumas mulheres, isso pode ser perturbador. "Eu me senti como um zepelim esvaziando" - foi a reação de uma mãe depois que os gêmeos nasceram. Algumas mulheres que não conseguem perder a "barriga de gêmeos" acabam optando, mais tarde, pela cirurgia.